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The Clash # 06

Por Alexandre Mandarino

O 1101º Passageiro

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Porta-aviões aéreo da SHIELD, sobrevoando área não divulgada. 11h47min.

Uma escotilha na parte inferior da aeronave se abre. Por ela, passa uma estranha esfera amarela.

— Putz! Até que enfim! — festeja Guy Gardner, desfazendo a esfera.

— Pela primeira vez, concordo com o Gardner. — diz Paladino — Parece que a gente ficou uma eternidade no Iraque. Não agüentava mais tanto calor.

Jimmy Woo retira seu traje holográfico e diz:

— Muito bem, Clash. Descansar. Agente Taylor — Woo grita para um membro da equipe de segurança do Clash -, leve este homem até a enfermaria! Cavaleiro Árabe, faremos o possível para ajudá-lo.

— Tenho certeza que sim, Woo. — diz o herói árabe, segurando com a mão direita o vazio que antes era a sua mão esquerda.

— Quanto a você, Mercenário, passará a noite em nossas celas e amanhã será transferido para a Gruta. Vários processos o esperam. — diz Woo, sem esperar resposta. O vilão, já algemado, é encaminhado para as celas de segurança do departamento Clash sem nada dizer.

Um segundo agente de segurança do departamento Clash interrompe:

— Desculpe, senhor Woo, mas a nave pedida pelo senhor McCoy já se encontra à disposição no hangar.

— Excelente! — diz o Fera, saltando no ar — Não vejo a hora de reencontrar minha bela Lou Ann! Amigos, foi um prazer, mas devo ir. Woo, espero que cumpra o combinado.

— Não se preocupe, Hank. — diz o chinês — Farei tudo ao meu alcance para pressionar os grupos e botões certos e aliviar a situação dos mutantes.

Rápidas despedidas depois, o Fera parte do hangar do porta-aviões aéreo, levando Ralph e Sue Dibny de carona.

— Bom, são dois agentes a menos. — diz Sam Wilson — Já tem alguém em mente, Woo?

— Tenho um encontro amanhã, no deserto de Nevada, que já havia sido marcado. Se tudo correr bem, teremos reforço para a equipe. (*)

— Quero só ver quem é a peça! — corta Guy Gardner — Se for seguir o ISO-9000 desses outros manés, no mínimo o novo membro deve ser o Pantera, o Solo, o Ambush Bug ou o Gavião Ar...

— Woo, precisamos conversar! — interrompe Gaffer, ofegante — Aconteceram... coisas estranhas enquanto vocês estavam fora.

Os relatórios não fazem sentido.

"Deve ser o cansaço." — pensa o agente Coy. Ele estica as pernas, esfrega os olhos e volta a tentar ler as folhas de papel. Estende o braço até a mesa ao lado e pega sua xícara de café. Claro: frio e doce demais — "Tomara que os outros voltem logo da cantina. Bem que podia ter uma mais perto desse departamento; a mais próxima é a do hangar. Saco."

O departamento de relatórios financeiros foi apelidado pelos funcionários do porta-aviões de "inferno". Fica na parte mais inferior da aeronave, o serviço é entediante ao extremo e ninguém nunca aparece por lá. Pra piorar, ainda colocaram uns malucos no mesmo andar. Gente com roupas estranhas — com certeza não são agentes. Um deles, com cabelo em forma de cuia, vive reclamando e xingando os outros.

"Bom, eles não são problema meu." — pensa James Coy, que se esforça em ler os relatórios — "Gastos com Porsches voadores... que coisa mais ridícula... por que não usam as naves normais?"

Um barulho interrompe a concentração do agente.

— Bo? Trouxe o café?

Coy se volta, mas a sala está vazia. O mesmo ruído de novo. O agente se levanta, alerta.

"Que merda é essa?"

O ruído vem do sistema de ventilação. Ratos. Só pode ser.

"Ainda tem essa. Tudo quanto é porcaria que foge daqueles depósitos nojentos do hangar vem parar aqui. Cadê esse bicho?"

Um movimento no canto da parede interrompe o pensamento de Coy, que se aproxima com uma vassoura.

— Vem cá, bicho asqueroso... vem...

Algo corre junto ao rodapé, no espaço entre uma mesa e outra. Coy chega mais perto, com a vassoura erguida.

Um guincho e o animal pula no seu rosto. O último pensamento de Coy é de como a escuridão se parece com o café frio.

— O que aconteceu, Gaffer?

— Primeiro as boas ou as más notícias, Woo? Bem, as boas são que os cilindros criogênicos que havia pedido foram entregues ontem.

Paladino e Sam Wilson se olham, intrigados.

— Os três chegaram intactos? Não me diga que algo aconteceu com eles. Gaffer, deixei ordens expressas para que ninguém se aproximasse deles.

— Bem, chegaram intactos, Woo. Mas...

— O que houve?

— É melhor você mesmo ver. — diz Gaffer, caminhando para a sala de criogenia. Paladino, Falcão, Katana e Gardner ficam na sala de estar do departamento Clash.

— O que tá rolando, hein? — pergunta Paladino.

— Sei lá, mas pelo papo, acho que o Woo entrou literalmente numa fria... — diz Gardner.

O ex-agente do FBI e o genial inventor de badulaques da SHIELD entram na sala criogênica. Gaffer pára de costas para o cilindro número 1 e se antecipa:

— Resumindo: um dos nossos agentes entrou na sala e encontrou a sra. Dibny desmaiada. Ela jura que não mexeu em nada, mas afirma ter ouvido um ruído ou "uivo" estranho, vindo do cilindro número 3. (**)

— Essa não... não vai me dizer que o cilindro três...

— ...Foi encontrado caído ao chão e aberto, ao lado da sra. Dibny. Uma espécie de gosma vazava de dentro dele. O que tinha nesse tubo criogênico, Woo?

— Jones!!! Jones!! É o Woo! Alerta vermelho, agora!

— O quê? — diz Gabe Jones, o supervisor do Clash, do outro lado do videofone — Do que você está falando, Woo?

— Não dá tempo para explicar, Jones! Alerta vermelho! Agora! Avise o Fury! Todo o porta-aviões está correndo perigo!

— Você está brincando, né? Lembra que dia é hoje, cara? É o dia da visita. O presidente acaba de pousar no porta-aviões. — diz Gabe. Woo empalidece.

— Cancele essa visita, Gabe! Agora! — grita o chinês.

— Impossível e você sabe disso. A visita faz parte do nosso programa de vistorias da ONU, cara. Você não vai querer que eu — justamente eu — vá até a sala do Fury e diga pra ele mandar o presidente dos Estados Unidos embora agora. Qual é o perigo, afinal? Fale, homem!!

Woo gagueja e diz:

— Bom... lembra aquela autorização que te pedi para aquisição de material do depósito secreto do Pentágono?

— Sim, os três tubos criogênicos. Claro que lembro. Você me disse que seriam muito úteis para o Clash. Mas o que houve? Já sei que a missão no Iraque foi um sucesso, mas isso está ligado a alguma ação da Hidra ou...

— Não. Pior.

— Porra, Woo!! O que aconteceu, afinal?? O "homem" tá na nave, cara. Hoje é justamente o dia em que nenhuma merda pode acontecer! Fala logo!

— Um dos cilindros foi aberto acidentalmente.

— E o que havia dentro dele escapou?

— Sim. — balbucia Woo.

— E o que havia dentro dele?

James Coy abre os olhos e a claridade o incomoda. Ele está em uma das enfermarias. O agente toca a campainha. Uma médica entra.

— Bom dia, senhor Coy! Já sabe o que aconteceu?

— Não... me lembro de estar lendo os relatórios e...

— Aparentemente, o senhor desmaiou. Sua colega de departamento o encontrou caído no chão. O senhor babava em grande quantidade.

A médica é interrompida por uma agente morena, que entra no quarto.

— Uma baba bem feia, aliás. — diz Bo Johnson, analista financeira — Eu já te falei pra não tomar tanto daquele café horrível com aquela quantidade absurda de açúcar. No mínimo, isso é diabetes.

— Não temos ainda os resultados dos exames. — completa a médica — Mas o senhor parece bem. Está liberado, agente Coy. Nem nós do departamento médico somos tão cruéis a ponto de mantê-lo aqui justamente hoje. — diz a doutora, sorrindo.

— Você não esqueceu disso, né, Coy? — diz Bo — Hoje é o dia do seu encontro com o presidente, cara!

De repente, Nicholas Fury se sente velho. Espantosamente velho. Ele esfrega o olho e o tapa-olho e encara Woo.

— Woo, depois nós vamos conversar seriamente sobre o maldito motivo de cê ter trazido esta meleca pra dentro do porta-aviões!

— Minhas intenções eram as melhores, Nick.

— Caceta, eu sei disso, Woo! Mas olha só a bananosa agora! E isso não vai entrar só no meu rabo, não! Ah, disso cê pode ter certeza! E por que ainda não encontraram a porcaria?

— Eu passei os dados para o Gaffer, que já tentou triangular a localização da criatura, mas... sem resultados. Ela parece ter desaparecido.

— Se cê tivesse dito ao Levine que merda tinha dentro do tal cilindro, ele poderia ter começado as buscas adequadas antes de cê voltar do Iraque! A propósito, eu ia te dar os parabéns pela missão, mas isso não vai mais acontecer. De todas as tuas burradas, essa vai pro Guinness! Vou te falar! E como assim a criatura "parece ter desaparecido"? Ela só pode estar no porta-aviões, pô! — grita Fury.

— Ou talvez... já tenha realizado a "incubação", Nick.

— Porra! São 1100 tripulantes no porta-aviões, Woo! Já imaginou isso? Manda todo o Clash atrás desta merda! Agora! E nem pensa em passar perto de onde estiver o presidente! Ele tá no hangar agora e eu tô indo pra lá. Se acontecer alguma coisa, Woo, juro que cê vai fazer faxina na base da SHIELD em Omaha!

O quê?? Como assim, "o Gardner foi dar uma volta"? — grita Woo, dez minutos depois, já de volta ao departamento Clash — Ele acha que isso é o que, o Clube do Mickey??

— Como você sabia? — Paladino começa a falar — Ele chegou a dizer algo sobre "quarta-feira ser dia de aventura", e aí falou que ia procurar um tal de Oberon pra...

— Eu simplesmente não acredito! Como ele faz isso sabendo que o Fera e o Elástico acabaram de deixar a equipe?

— Mas qual é o problema, Woo? O que está acontecendo? — pergunta o Falcão.

Hangar do porta-aviões aéreo da SHIELD — 14h03min.

Uma rampa improvisada leva ao palanque adornado com a bandeira americana. O presidente norte-americano começa a falar, olhando de forma ligeiramente estrábica para a platéia de funcionários e agentes da SHIELD. Ao seu lado estão quatro guarda-costas federais, o vice-presidente americano, o coronel Nicholas Fury e Dum-Dum Dugan. O presidente aponta o dedo indicador e diz:

— É com imenso orgulho que contamos com a colaboração desta honrada organização para nos defender de nações terroristas, organizações subversivas, armas de destruição em massa e dos inimigos da liberdade. Sem o apoio de vocês da CIA, certamente seria muito mais difícil manter o nosso mundo livre livre!

"Babaca!" — pensa Fury — "Ele é ainda mais patético ao vivo do que pela TV."

Cinco minutos depois, o hino nacional americano é ouvido pelo sistema interno de som do porta-aviões aéreo. É chegado o momento para o qual James Coy tem se preparado por uma semana. Sorteado entre 1100 tripulantes da aeronave para entregar ao presidente uma carteira honorária de agente da SHIELD, Coy se sente enjoado e nervoso enquanto sobe a rampa. Quando o agente alcança o palanque, cumprimenta o presidente e é efusivamente aplaudido. Ele se sente ainda mais enjoado, mas tenta disfarçar. Finalmente, fala:

— Sr. presidente, Sr. vice-presidente, é com muito orgulho e admiração que tenho a honra de entregar aos senhores duas... duas...

Tudo fica turvo.

— ...Carteiras...

Coy se contorce e começa a gritar. Surpresa geral. Antes que os guarda-costas e o próprio Fury possam se aproximar, o estômago do agente explode em uma torrente de sangue, bile, músculos e vísceras. Em meio ao mar de escatologia, um pequeno animal esverdeado abre passagem por entre a carne da barriga do agente. O estranho ser, do tamanho de um gato, salta rapidamente para o chão e é alvo dos tiros dos agentes mais próximos, mas o hangar do porta-aviões é repleto de esconderijos e entradas de ventilação. O animal some de vista e Coy cai ao chão, morto — o estômago completamente aberto.

Fury pensa em como matará Jimmy Woo por isso. Uma multidão de agentes começa uma espantosa balbúrdia. Os guarda-costas do presidente pedem com rispidez novos lenços e toalhas para limpar seu chefe da espessa crosta de pedaços humanos e sangue que o cobre por completo.

Gabe Jones, que assistiu a tudo pelo videofone, demora cinco segundos para crer em seus próprios olhos. Depois desse tempo, ele pede outra linha e grita:

— Woo, você viu o que aconteceu!!! Encontre esta merda agora!!

No departamento Clash, Woo também berra:

— Gaffer, acione o dispositivo rastreador! O alienígena saiu do corpo hospedeiro!!

— Quer dizer que "sair do corpo hospedeiro" é o nome dessa nojeira? — diz Paladino — Eu quase vomitei.

— Acionado, Woo. — diz Gaffer, através da vidraça de uma outra sala, demonstrando uma estranha calma — O porta-aviões está sendo triangulado e, se as informações que o Pentágono lhe enviou sobre esta criatura estiverem corretas, em breve sua localização será transferida para este telão. Acho que isso acontece em cerca de quatro... três... dois... um segundo!

Mal Gaffer acaba de falar, o telão é ativado. Surge um mapa do porta-aviões, no qual um pixel branco caminha no canto da tela, paralelamente ao logotipo das empresas Stark no visor.

— Está no sistema de renovação de ar... — reconhece Woo — E caminha para... onde, Gaffer?

— Para cá.

Zzzzzzuuuuuuuuuunnnnnnnnnnn nn nnn nnnnn nnn n nnn n

— Que barulho é esse? — pergunta Katana.

— Gaffer! Gaffer! O que está havendo? — Woo se volta e vê uma parede se levantando e lacrando a sala.

— Ah, não. Isso, não! — grita Woo.

— Calma, Woo! O que é essa parede? — pergunta Falcão.

— O sistema automático de defesa contra radiação e epidemias do porta-aviões. Acabam de lacrar todo o departamento Clash. Estamos isolados do resto da aeronave.

— De que é feita essa parede? — pergunta Paladino.

— Gaffer, de que é feita mesmo essa... Gaffer? Essa não! Ele ficou do lado de fora! — percebe o líder do Clash — Paladino, até onde sei, é uma liga de adamantium, titânio, kryptonita sintética, chumbo e meteoritium, em diversas placas ensanduichadas. Quem está conosco?

Katana olha em volta e responde:

— Bem, Woo, além de mim, você, Paladino e Falcão, acho que somente Asa Vermelha, no quarto do Falcão, e os agentes de segurança do Clash, na outra sala. Gaffer ficou do outro lado.

— A essa hora deve haver somente um pelotão de dez agentes na sala de segurança. O departamento Clash tem um diâmetro de cerca de 100 metros quadrados. Grande o bastante pra que... — Woo percebe uma mudança na imagem à sua frente — O telão! Onde está a criatura?

— Se entendi bem os ícones — diz Sam Wilson -, neste momento está... bem em cima de nós! No teto! A ventilação!

Antes de qualquer reação, as luzes se apagam.

— E isso agora? — diz Woo — Será que acham que sem luz a gente vai ficar mais confortável aqui? Que diabo de sistema de segurança é esse?

Paladino aperta um botão oculto em sua máscara e diz:

— Óculos infravermelhos. Minha máscara tem um par de lentes embutidas.

— Meu capacete também tem. — diz Falcão — Esperem um instante.

Sam Wilson vai até um armário e pega dois pares de óculos infravermelhos, entregando-os para Woo e Katana. Enquanto os dois colocam seus óculos, um ruído de algo rastejando é ouvido no sistema de ventilação. Woo corre em direção à sala de segurança.

— Está trancada. Não foi deixada de fora pela parede de proteção, já que é parte do departamento, mas está trancada por dentro. Por quê?

Mal ele acaba de falar, gritos e tiros são ouvidos no interior da sala.

— Meu Deus! — diz Paladino — O que está acontecendo lá dentro? E com o telão desligado, como saberemos a localização da criatura?

Nesse momento, um rugido agudo é ouvido e parte da porta da sala de segurança é derretida por uma espécie de ácido.

— A criatura está aí dentro. — diz Woo — E quer sair.

Katana desembainha sua espada, que parece brilhar no escuro. Com a outra mão, toca os shurikens em seu cinto. Falcão levanta vôo, enquanto Paladino checa sua pistola laser. Nas trevas do departamento Clash, a voz de Jimmy Woo soa estranhamente gutural:

— Preparem-se para enfrentar seu maior pesadelo.

Ruído de ácido corroendo metal. A porta vem abaixo.

Um segundo. Falcão parece uma estátua paralisada no ar. Dois segundos. Jimmy Woo sente as gotas de suor escorrerem para a sua boca. Três segundos. Paladino aperta o cabo de sua pistola laser. Quatro segundos. Katana está imóvel, olhos fixos na porta.

Explosão. Pedaços de metal correm a sala. Meio metro de aço atinge a cabeça de Sam Wilson, que cai inconsciente. Fragmentos da porta derrubam os óculos de Katana. Woo e Paladino atiram na direção da porta. Balas de kevlar e raios laser atingem o metal. Um segundo depois, uma criatura enorme salta para fora da sala de segurança. Garras cortam o tórax de Jimmy Woo, que cai no chão gemendo de dor. Ao mesmo tempo, algo que parecia ser uma cauda, distorcida pelos óculos infravermelhos, acerta Paladino, que voa seis metros para trás e cai sobre uma estante de vidro.

Sem os óculos, Katana posiciona a espada sobre sua cabeça e segura com força cinco shurikens com a mão esquerda, após colocar mais duas destas estrelas estrategicamente em seus lábios. No mar de trevas que é o departamento Clash, só lhe resta ouvir o som de algo grande, molhado e repelente caminhar em sua direção. Em sua mão direita, a lâmina pulsa, em busca de alimento.


Na próxima edição:

É o fim do Clash nas garras do Alien? Jimmy Woo será morto antes de ser demitido? O que — ou quem — acionou as paredes isolantes? Qual o conteúdo dos outros dois cilindros criogênicos? E descubra a terrível verdade da qual apenas Susan Dibny tem conhecimento — ainda que não saiba disso! Em trinta dias, em The Clash!


:: Notas do Autor

(*) Veja mais detalhes em Titãs #15, que se passa em meio à nossa próxima edição! E descubra antes dos outros quem entrará para o grupo. ; ) voltar ao texto

(**) Isso aconteceu em The Clash #04 e #05. Releia com atenção as cenas com Sue Dibny. Talvez algo tenha lhe passado despercebido. ; ) voltar ao texto



 
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